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POR GABRIELLA GEREMIAS

Os 7 Maiores Mitos da Consultoria de Imagem Masculina

E por que tantos profissionais desistem ou fracassam nesse mercado.

Existe uma série de frases que eu ouço com frequência de profissionais que já trabalham, ou que desejam trabalhar, com o público masculino.

“Homem não gosta de comprar roupa.”, “As vendas estão ruins.”, “Homem não liga para imagem.”, “Vestir homens é fácil.”

Essas frases parecem verdades absolutas, mas na prática revelam uma coisa: muitos profissionais ainda não entenderam o comportamento do consumidor masculino.

E eu posso afirmar isso com segurança porque são 14 anos trabalhando no mercado masculino. No início da minha carreira, atuando com moda, eu ganhava R$ 2.500 por mês em regime CLT, trabalhando 8 horas por dia. Quando comecei a empreender e atuar como consultora de imagem masculina, minha renda mensal aumentou para R$ 10 mil no primeiro ano. Depois, para R$ 20 mil, R$ 30 mil… e seguiu crescendo.

A diferença não estava apenas no público. Estava no método, no posicionamento e na compreensão real sobre o homem que busca melhorar sua imagem. Agora, vamos aos mitos.

Por Gabriella Geremias

Mito 1: “Homem não se importa com imagem”

Se isso fosse verdade, os implantes capilares não estariam tão em alta. Não existiriam tantas barbearias premium abrindo todos os anos. A alfaiataria sob medida não continuaria crescendo. E a consultoria de imagem masculina sequer teria espaço no mercado.

O homem se importa com imagem. Ele só fala sobre isso de uma forma diferente da mulher.

Enquanto muitas mulheres conversam abertamente sobre estilo, beleza e aparência, muitos homens tratam esse assunto de forma mais prática, racional e objetiva. Eles podem não dizer “quero me sentir mais bonito”, mas dizem “quero passar mais credibilidade”, “quero parecer mais profissional” ou “quero ser mais bem percebido”.

O desejo existe. A linguagem é que muda.

Mito 2: “Atender homem é mais fácil”

Na verdade, atender homens exige muito preparo.

O homem costuma ser mais racional no processo de decisão. Ele questiona mais, quer entender a lógica, busca justificativa e precisa perceber resultado. Ele não quer apenas ouvir que uma peça ficou bonita. Ele quer saber por que aquilo funciona para ele.

Se o profissional não tem método, o cliente percebe rapidamente.

Tenho vários casos de homens que me procuraram frustrados depois de passarem por consultorias genéricas, rasas e sem direção. O problema não era a consultoria em si. Era a falta de profundidade no atendimento.

Mito 3: “Basta entender de moda”

Não basta.

O homem não compra apenas moda. Ele compra autoridade, segurança, credibilidade, valor percebido e posicionamento.

Por isso, o profissional que deseja atender homens precisa ir além da roupa. Precisa entender comportamento, estilo de vida, carreira, objetivos, comunicação visual e percepção social.

A peça é apenas uma parte do processo. O que realmente importa é a estratégia por trás da imagem.

Mito 4: “Homens não investem”

Homens investem, sim. Principalmente quando entendem que aquilo terá impacto na vida profissional, na autoestima, na presença e na forma como são percebidos.

Executivos, empresários, advogados, médicos, diretores, profissionais liberais e líderes investem milhares de reais todos os anos para melhorar a própria imagem.

A pergunta não é se eles investem. A pergunta é: você tem método, posicionamento e preparo para atendê-los?

Porque o homem que investe alto não procura apenas bom gosto. Ele procura segurança, clareza, direção e resultado.

Mito 5: “As vendas estão ruins porque homem não compra”

Essa é uma leitura muito limitada do mercado.

Muitas vezes, o problema não é falta de cliente. O problema é a forma como o produto ou serviço está sendo apresentado para esse público.

O homem compra quando entende valor. Ele compra quando percebe utilidade. Ele compra quando aquilo resolve um problema real para ele.

Se a comunicação fala apenas de tendência, beleza ou moda, talvez ele não se conecte. Mas quando a conversa envolve autoridade, presença, carreira, praticidade, credibilidade e autoconfiança, o interesse muda completamente.

Não é que o homem não compre. Muitas vezes, o mercado é que não sabe vender para ele.

Mito 6: “Consultoria masculina é só colocar um terno”

Essa talvez seja uma das crenças mais ultrapassadas do mercado.

A imagem masculina não se resume ao terno. Hoje atendemos empresários, profissionais liberais, executivos, vendedores, criadores de conteúdo, jovens profissionais e homens em diferentes fases da vida.

Cada um desses perfis exige uma estratégia diferente.

Um empresário não precisa comunicar a mesma coisa que um jovem profissional em início de carreira. Um médico não tem as mesmas necessidades de imagem que um criador de conteúdo. Um advogado pode precisar de mais formalidade, enquanto um empreendedor pode precisar de sofisticação com mais autenticidade.

Consultoria masculina não é padronizar homens. É traduzir objetivos em imagem.

Mito 7: “Se eu tiver bom gosto, consigo atender homens”

Não. Bom gosto não é método. E uma das premissas mais importantes da consultoria de imagem é não deixar o gosto pessoal do profissional dominar o processo do cliente. Quando isso acontece, o risco é enorme: o cliente sai frustrado com o resultado, e o profissional não entende por que ele não gostou, afinal, tudo parecia refinado aos seus próprios olhos.

Mas consultoria não é sobre o gosto do consultor. É sobre identidade, objetivo, contexto, personalidade e estratégia.

Quando falta método, o atendimento vira opinião. E opinião não sustenta uma entrega premium.

É o método que separa profissionais que cobram R$ 300, R$ 400 ou R$ 600 de profissionais que conseguem cobrar R$ 7.000, R$ 12.000, R$ 20.000 ou mais por uma entrega realmente estratégica.

O mercado masculino exige preparo

A consultoria de imagem masculina é uma grande oportunidade, mas não é um mercado para profissionais rasos.

O homem mudou. Ele está mais atento à imagem, mais consciente do valor da aparência e mais disposto a investir quando percebe resultado.

Mas para atender esse público com segurança, é preciso entender suas dores, sua linguagem, seus objetivos e seu comportamento de compra.

Se você quer atuar nesse mercado, precisa parar de acreditar nos mitos e começar a enxergar a oportunidade com mais seriedade.

Acompanhe mais conteúdos como esse no meu Instagram https://www.instagram.com/gabriellageremias_/

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